Banho de bebê costuma vir acompanhado de trilha sonora, em outras palavras, muito choro. Uma das explicações, segundo especialistas, é que, quando eles entram em contato com a água, logo se lembram do meio aquático do útero, um lugar fechado, escuro, quente e seguro, e quando percebem que estão em um ambiente claro, menos aquecido e aberto, ficam tensos.
A partir dessa constatação, obstetras e parteiros de maternidades na Holanda criaram no ano de 1997 um baldinho pensando em transmitir ao bebê recém-nascido uma transição tranquila do útero para o mundão. É como um miniofurô: os bebês ficam em posição fetal, submersos do pescoço para baixo, e relaxam automaticamente.
Geralmente esses banhos são dados apenas com água, não são usados sabonetes e nem shampoo enquanto a criança não entra em contato com bactérias encontradas no chão, por exemplo. Ou seja, quando a criança começa a andar ou a gatinhar é aconselhável o uso do sabone. Para relaxar pode ser dado, por exemplo, um banho de balde com chá de camomila. Este banho é tão relaxante que garante uma noite de sono tranqüila.
Os especialistas indicam que o balde além de ser mais anatômico, ele simula o útero materno e diminui o desconforto do bebê. Um balde comum, dos mais resistentes custa cerca de 15 reais. Já o Tummytub (foto), que chegou ao Brasil há um ano, sai em média por 120 reais, mas é específico para os bebês: o plástico é atóxico, sua base é antiderrapante e há um centro de gravidade que permite estabilidade e segurança no banho.


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